terça-feira, 18 de dezembro de 2012
sábado, 15 de dezembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Redenção
REDENÇÃO
Tom Riddle e Hermione Granger
(***)
.
.
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Escritório de Dumbledore 30 minutos depois
— Tem certeza de que não quer descansar um pouco Harry? Você passou por muita coisa esta noite. — Dumbledore pediu gentilmente.
— Não diretor, eu estou bem agora.— Harry disse a ele com veemência.
Sua cabeça ainda estava latejando um pouco, mas Madame Pomfrey lhe dera várias poções para aliviar a dor, então ele sentia-se relativamente bem. O pobre Tom, porém, ainda estava na ala hospitalar. Tom nunca havia sequer passado por algo semelhante àquilo e ser torturado havia tomado-lhe bastante energia. Foi como um choque para o seu sistema nervoso.
Hermione, Rony e Gina estavam lá com ele agora, mas Bailey tinha sido levada de volta para seu quarto para descansar. Ela tinha ficado histérica quando Tom começou a gritar de dor e Dumbledore tinha ordenado a alguém para levá-la para Madame Pomfrey que lhe deu alguma poção de sono sem sonhos e a enviou para a cama.
Graças a Merlim, Dumbledore tinha chegado muito rapidamente ao lugar do ocorrido ou Harry poderia facilmente ter morrido a partir da junção mágica corpórea que Voldemort tinha lançado sobre ele. É um feitiço muito doloroso.
— Tudo bem meu filho, me diga o que é que você viu. — Alvo disse com sua voz calma e marcante.
— Ele sabe. — Harry saltou direto ao ponto. — Voldemort sabe que Tom está aqui, e mais, ele sabe que Tom tem sentimentos por Hermione. — Harry terminou. Ele esperava que Dumbledore entrasse em ação com essa notícia.Em vez disso, Alvo apenas sentou lá tranquilamente, como se Harry tivesse apenas acabado lhe informado sobre o tempo.
— Eu sei, Harry. — Dumbledore lhe disse em voz baixa.
Harry apenas olhou para ele por um momento. — Desculpe-me, senhor? —ele perguntou, confuso.
— Eu sei há várias semanas que Voldemort conhece o nosso pequeno segredo. Eu sabia de sua consciência de Tom em relação a Hermione, como eu sei quem informou Voldemort sobre tudo isso. Eu sabia que a pessoa possivelmente contaria a Voldemort sobre isso. Eu avisei-o para não fazê-lo. Foi o plano que eu tracei desde o dia Tom veio pela primeira vez para nós.
Dumbledore parou de falar por um momento e olhou para o menino na frente dele.
Harry sentiu como se fosse desmaiar e gritar ao mesmo tempo. Que inferno sangrento estava acontecendo? Dumbledore não poderia ter sabido de tudo isso! Ele não poderia ser mal.
— Você está bem Harry? Você pareceu-me um pouco pálido de repente. — Dumbledore pediu-lhe delicadamente.
— N-não, n-não está tudo bem! — Harry gaguejou. — Que diabos que o senhor quer dizer com você sabia! Eu me recuso a acreditar que o homem que eu confiava e admirava há cinco anos, é mal! — Harry estava tremendo de raiva, enquanto olhava para o rosto que outrora lhe trouxe conforto e segurança. Agora tudo o que ele trazia era medo e traição.
— Por favor, acalme-se Harry, pois estou longe do mal. — Dumbledore lhe disse em voz baixa. — Eu sei que agora você está com raiva de mim e até mesmo com um pouco de medo, mas garanto-vos que o que tenho feito é no melhor interesse de todos vocês, especialmente pro de Tom.
Harry olhou para ele incrédulo por um momento e depois acenou com a cabeça para que Alvo proseguisse.
— Você vê, no segundo em que Srtª Granger trouxe Tom até aqui, eu sabia que ele estava em perigo imediato. Se Tom ia mudar, então ele teria que ficar limpo de Lord Voldemort e qualquer outra coisa que está associada com as artes das trevas. Este foi um plano óbvio a tomar e essa é a parte que eu nçao escolhi. Voldemort iria saber. Estava escrito. Harry, tudo o que aconteceu, Tom vir aqui, e o relacionamento entre ele Srtª Granger... Eu acredito que tudo isso tem a ver com a sua profecia.
Harry, que tinha estado curvado na cadeira o tempo todo, sentou-se reto e procurou o rosto de Dumbledore com curiosidade.
— Você quer dizer que as coisas que vêm ocorrendo são os eventos revelados na profecia? — Harry perguntou a ele.
— Eu acredito que sim Harry. — Dumbledore lhe disse com um sorriso suave.
— Tenho medo de não entender algumas coisas, senhor. — Harry disse. A confusão claramente escrita em seu rosto.
— É um pouco intrigante admito, — Dumbledore continuou, — Mas não é nada que não possa ser explicado. Pergunte qualquer coisa que você sente que você precisa entender. — Os dedos de Dumbledore entrelaçaram-se enquanto ele esperou pelas perguntas de Harry.
— Eu não estou realmente certo como tudo isso tem a ver com a profecia, senhor. — Harry perguntou. Ele não estava ainda muito confiante com Dumbledore no momento, mas imaginou que ele daria ao diretor a chance de explicar.
— Bem, Harry, é a minha crença de que você não é o único que vai diretamente destruir Voldemort, mas eu sinto que a sua participação é vital e, por sua vez suas possíveis ações culminarão na destruição do Lorde das Trevas. — Dumbledore olhou para Harry por cima dos óculos, esperando a pergunta mais óbvia que havia.
— Então, quem é aquele que vai matar Voldemort? — Harry perguntou.
— Eu acredito que será Tom Riddle, que vai trazer a destruição de Voldemort. — Dumbledore lhe disse calmamente.
— Você quer dizer mudando quem ele é, não é senhor?
— Acredito que é o que vai acontecer, assumindo, é claro Sr. Riddle realmente mude
— Então eu ainda não entendo o que isso tem a ver comigo? — Harry perguntou. Ele parecia ter esquecido todas as suspeitas contra o velho feiticeiro que estava em sua frente pelo modo como o moreno se inclinou um pouco para frente em sua cadeira, ansioso para ouvir mais.
— Como eu disse Harry, eu acredito que o seu envolvimento em muitas coisas irão pavimentar o caminho para a morte do Lorde das Trevas. Você se lembra de como a profecia fala de um poder que você possui que Lord Voldemort não conhece?
— Amor — Harry disse com um suspiro de pequeno porte. Ele nunca entendeu como o amor iria derrotar o Lorde das Trevas.
— Sim Harry, o amor. —Dumbledore lhe disse um pouco forte. — Você não vê que se você não tivesse ido junto com a senhorita Granger naquela noite, então o feitiço não teria dado certo?
— O quê? Hermione me disse que ela teria feito isso sozinha, mesmo se eu não tivesse ido.
— Uma mentira inteligente. Tenho certeza, srtª Granger sabia que ela precisava de outra pessoa para realizar a magia, e estou certo de que ela lhe disse que faria sozinha para lhe dar um incentivo a mais para acompanhá-la.Foi uma mentira justificável. — Dumbledore sorriu agradavelmente.
Harry interiormente rosnou. Ele teria que falar com Hermione sobre algumas coisas quando a visse novamente.
— Mas o que isso tem a ver com amor? — Harry perguntou, ainda confuso sobre a coisa toda.
— Harry, por que você foi junto com Hermione naquela noite? — Dumbledore perguntou, observando-o atentamente.
— Eu fiz isso porque eu confio em Hermione e eu acredito que Tom pode mudar. — Harry disse a ele.
— Você não vê Harry? Você não pode ver o quão forte é o amor? Sem amor, você não teria ido junto com Hermione realizar o feitiço que trouxe até Hogwarts alguém que futuramente mataria os seus pais. Você teria dito que ela era louca para sequer cogitar uma idéia como aquela e Tom Riddle não estaria aqui hoje . Sem amor, você e todos os seus amigos não teriam criado laços de amizade com Tom no primeiro dia. Sem amor, Hermione e Tom não teriam encontrado forças para formar uma ligação que muitos invejariam. Sem amor, então Tom Riddle não veria o caminho para a redenção, pois eu acredito que ele ame realmente a Hermione e que o amor é o que lhe dá a força que ele precisa para combater o mal que existe dentro dele.
Harry sentou-se lá em reverência por um momento. Ele finalmente juntou as peças.
— Harry, por causa do que você e seus amigos deram a Tom, ele será capaz de voltar ao seu tempo e começar de uma nova vida que não inclui Voldemort. Ele será capaz de resistir ao apelo das artes das trevas e da vontade, como espero, de crescer para o grande bruxo que ele poderia ter sido se não tivesse transformado em pura maldade e destruição.
— Lamento interromper, senhor, — Harry começou rapidamente — Mas eu ainda não vejo como eu sou alguém que abre o caminho para Tom Riddle.
— Bem, Harry, é a minha crença de que você é o único que vai descobrir a magia para enviar Tom de volta. É assim que você vai desempenhar o seu papel em destruir Lord Voldemort. Tom deve voltar para que a mudança seja concluída. — Dumbledore disse isso um pouco triste e Harry sabia o porquê.Tom teria de deixar Hermione eventualmente.
— Então... Eu vou ser aquele que descobre como enviá-lo de volta. —Harry disse mais para si mesmo, e em seguida, para Dumbledore.
— Acredito que sim. A profecia ainda é válida. Voldemort é marcado como seu igual. Você é a pessoa que será responsável por sua queda, só que agora nós sabemos que Voldemort não sabe como o amor é forte, por isso ele acha que Tom pode ser facilmente trazido de volta ao seu caminho escuro. Ele nem percebe que todos vocês já causaram uma mudança inimaginável em Tom.
Harry apenas sentou lá e deixou todas as informações o lavarem. Ele sabia que este dia viria e seria um desastre, mas pelo menos ele finalmente entendeu o que a profecia tinha significado.
— Eu já lhe disse um monte de informações de uma só vez Harry e estou certo que você está extremamente cansado do ataque mais cedo hoje. — Dumbledore disse baixinho.
— Um pouco, — admitiu Harry enquanto ele esfregou sua cicatriz, a dor o aborrecia muito agora.
— Então você deve ir de volta para a enfermaria. Tenho certeza que todos os seus amigos ainda estarão lá, considerando o fato de que Tom ainda estava desmaiado quando saímos de lá.
— Eu me sinto realmente mal por isso. — Harry lhe disse tristemente. —Tom não estava preparado para sentir esse tipo de dor, especialmente porque aconteceu tudo muito repentinamente.
— Harry, poucas pessoas podem suportar o tipo de dor que Lord Voldemort inflige a você. Você é um bruxo muito mais forte, então você pode imaginar como Tom deve estar se sentindo, sendo que ele não está habituado a sentir dores.
Harry sorriu e se levantou de sua cadeira.
— Obrigado, senhor. É melhor eu ir até lá para vê-los.
— É claro Harry. — Alvo disse a ele enquanto colocava-se de pé também.
— Senhor... Seria bom se eu...
— Dissesse a seus amigos sobre o que eu disse? — Dumbledore terminou para ele. Harry balançou a cabeça.
— Eu não recomendaria que Tom soubesse no momento. Não até que ele tenha mais tempo para se adaptar. Os outros podem saber se você desejar que eles saibam.
— Tudo bem. Obrigado por explicar tudo para mim, senhor. — Harry disse a ele.
— Foi um prazer Harry. — Dumbledore disse levemente, com os olhos brilhando mais uma vez.
Harry se dirigiu para a porta, mas parou assim que ele estava prestes a sair.Ele virou-se para enfrentar o diretor mais uma vez.
— Sim Harry? Você tem outra pergunta? — Dumbledore pediu educadamente.
— Quem foi que disse a Voldemort sobre Tom? — Harry perguntou, desconfiado.
— Foi... Draco Malfoy. — Dumbledore lhe disse calmamente.
Harry sentiu o reflexo de raiva dentro dele, mas a sensação logo acalmou quando viu o olhar severo no rosto de Dumbledore.
— Harry, eu confio que você vai deixar o Sr. Malfoy fora disto. — Alvo advertiu. — É preciso compreender que Draco, em sua mente, realmente não tem escolha a não ser contar tudo o que ele sabe, considerando o pai que ele tem e tudo mais.
— Eu não vou fazer nada com ele. — Harry disse uniformemente. — E eu não vou contar aos outros sobre ele. Ron provavelmente o transformaria num gambá e o enviaria para a américa.
Dumbledore deu uma risadinha. — Obrigado pela compreensão Harry. Você pode ir.
Harry balançou a cabeça e saiu do escritório, deixando a porta suavemente atrás dele.
Ele ficou lá por um momento e recordou tudo o que ele tinha acabado de ser contado.
Bem, ele pensou um pouco miseravelmente, parece que a biblioteca vai receber muitas visitas minhas de agora em diante.
Ele suspirou, pensando em todas as tarefas que estavam à frente.
Ele sabia que Tom teria que lidar com um monte de coisas nos próximos dias, mas pelo menos ele não iria enfrentá-las sozinho.
Harry sorriu para si mesmo antes de ele sair correndo pelo corredor. Ele queria estar com os amigos.
(***)
Então, como foi a nossa interpretaçãoda profecia? Espero não confundir ninguém. Lembre-se, próximo capítulo terá algo sério... E eu quero dizer SÉRIO em relação a Tom e Hermione. Desculpe mais uma vez sobre a espera... Quando a sua vida lhe chama você tem de lidar com ela! Amamos vocês! Beijos da Debby e da Mandy
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
sábado, 21 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
Esplendor II Temporada
CAPÍTULO DE ESPLENDOR
RESISTINDO BRAVAMENTE
II TEMPORADA
(***)
.
.
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NARRAÇÃO: Damon
Salvatore
Arrumei
um colchonete no chão ao lado da cama. Forrei com um edredom grosso para ficar
mais confortável — não que eu realmente precisasse daquele conforto. Elena
dormiria na cama e eu no chão. Era mais seguro para ela. Ela contestaria e eu
já podia imaginar as mil chantagens que ela faria para dormir comigo na cama,
mas eu estava disposto a não ceder. Ou talvez não tão disposto assim.
Eram
tantos desejos juntos. Todos eles haviam voltado como uma grande explosão
nuclear. O desejo de protegê-la, o desejo por seu sangue... Pelo seu corpo. Eu
não estava conseguindo administrar tudo corretamente. Meu corpo gritava de
desejo por ela e hoje especialmente estava sendo doloroso me segurar. A sede
abrasadora misturada com o desejo carnal tornava tudo doloroso no sentido
literal. A loucura estava descendo para a cabeça... E descendo porque não era a
minha cabeça de cima.
Respirei
fundo uma vez. Duas vezes. Três vezes. Inferno! Quem foi que disse que respirar
fundo acalma alguma coisa? Fiquei pensando em formas de me distrair. Não
consegui pensar em nada. Fui para o quarto esperar Elena sair do banheiro. Ela
estava no banho. Ouvia seu coração batendo num ritmo calmo. Ouvia as gotas do
chuveiro entrando em contato com seu corpo e os barulhos que ela fazia enquanto
estava lá dentro.
Quando
ela saiu parecia aquelas garotas que posam para fotos com roupas finas e
molhadas. Era extremamente sexy. Seu rosto transmitia uma serenidade sem igual.
Vi o bico do seu seio eriçado através da camisa fina e molhada e uma parte de
mim que deveria estar dormindo acordou violentamente. Ofeguei. Então eu estava morto,
mas não tão morto assim. Definitivamente, não mesmo. Ela me olhou com ares de
desculpa. Sacudi a cabeça freneticamente tentando afastar a vontade de
agarrá-la, jogá-la contra a parede mais próxima e possuí-la completamente
naquele exato instante.
—
Vem Elena. — estendi minhas mãos e ela sorriu segurando-me. Ela parecia a todo
custo querer ignorar a frieza e nova textura de minha pele. Guiei-a até a cama.
Como supus, ela olhou para mim com uma expressão totalmente mortificada de
desaprovação.
—
Você não vai dormir no chão Damon Salvatore!
—
Não é no chão. É no colchão! — brinquei.
—
Rá. Não tem a mínima graça.
Optei
pela sinceridade.
—
Você sabe Elena... Que não vai dar certo. Eu não me sinto seguro para você. E eu...
Bom... Eu, nossa eu não costumo me atrapalhar tanto com as palavras, mas a
verdade é que eu estou num dia extremamente difícil. Meu controle está precário,
ou melhor, inexistente e dormir na mesma cama com você estragaria tudo. Você
não pode, lembra? E as vezes ficar próximo a você dói...
Ela
franziu o cenho, mas não conseguiu assimilar a verdade em minhas palavras.
Ficar perto dela doía fisicamente, como se eu estivesse engolindo fogo. Eu
tentava me manter sem respirar o tempo todo, só o fazendo quando era
estritamente necessário.
—
Eu confio em você. — ela falou com os olhos cheios de uma confiança que eu
sabia que não merecia.
—
Não confie hoje. Não sei qual é a parte do meu corpo que está falando mais
alto, mas com certeza não é a parte que me faz raciocinar. — alertei. A sede
machucava. A fome gritava. O corpo desejava-a.
—
Damon. Eu confio em você. Eu confio
plenamente. Eu sei que você quer seguro e que quer me proteger. Eu entendo
isso. Não aceito, mas entendo. Mas se tem uma coisa que eu aprendi com você é
que você fará a coisa certa. E você vai fazer a coisa certa. Você sempre faz.
O que? Mais um discurso maduro
saindo da boca de Elena? Que parte eu perdi? Sem birra? Sem bater pé. Sem
gritos e sem palavrões?
—
Porque você está me olhando assim? — ela perguntou apontando o dedo indicador para
a minha cara surpresa.
—
Quem é você e que diabos fez com a minha esposa? — perguntei tentando fazer
piada. Eu precisava deixar as coisas leves.
Ela
fechou os dois olhos em fendas minúsculas me lançando um olhar mortal. Seus
olhos enegreceram pela raiva. Ah bom, ufa, minha Elena havia reaparecido.
—
Vá PRA —
—
Êêêpaaa! Sem palavrões!
—Você
nem me deixou xingar! — ela colocou as duas mãos na cintura em desaprovação.
—
É feio mocinha.
Ela
não falou nada. Sacudiu os ombros como se dissesse: “por mim” e se jogou na cama.
—
Se quer dormir no chão o problema é seu. Tomara que eu morra de frio de noite.
Vou ficar mais congelada que o Jack do Titanic. Vou virar picolé de Elena. E se
o bicho papão vier me pegar eu juro que faço ele voltar aqui e te assombrar
todas as noites.
Rimos
juntos. Só ela conseguia fazer um discurso extremamente maduro e logo em
seguida falar algo tão engraçado e infantil.
A
verdade era que eu não poderia mais aquecê-la. Ela quem me aqueceria. Possivelmente
a única coisa mais perigosa num raio de cem quilômetros realmente era eu.
Ela
havia me falado sobre confiança. Eu estava convencido. Deitei ao seu lado e
aquela era a primeira noite juntos em minha não-vida. Abracei-a e ela se
encaixou gostosamente ao meu corpo. Tranquei a mandíbula com força suficiente
para pulverizar granito e prendi a respiração. Seu calor vinha em ondas
escaldantes me deixando tonto, mas eu tinha que me acostumar com aquela
sensação. Meu amor por ela falava mais alto, bem mais alto. Rapidamente ela dormiu de conchinha e era a
melhor sensação do mundo tê-la em meus braços — tirando a fome. Eu tinha
certeza que ela era quem eu amava, não havia outra, nunca haveria, pois ela era
a possuidora do meu coração que não batia mais, a dona do meu amor.
—
Independente do que eu tenha me tornado eu vou te fazer muito feliz. —
sussurrei impulsivamente em seu ouvido quando achei que ela estava dormindo.
Seu coração batia calmamente num ritmo constante.
—
Humm... Você já me faz a garota mais feliz do mundo.
Ela
não estava dormindo ainda, eu sorri com sua fala arrastada por causa do sono.
—
Boa noite Elena. Eu te amo — ela não tinha noção da dimensão dos meus
sentimentos.
—
Boa noite Damon... Sonha comigo? — ela não sabia e nem saberia que eu não podia
mais dormir. Nem se eu quisesse. Desde a transformação eu não sentira uma única
gota de sono.
—
Acordado ou dormindo? — perguntei tentando mudar o rumo das coisas e deixar
tudo mais tranqüilo sem deixar de ser parcialmente verdadeiro.
—
Pode ser os dois. — ela fez uma pequena pausa e completou. — Você sonha
acordado comigo?
—
Todo o tempo.
—
Que bom, pensei que isso só acontecia comigo.
—
Bom senhora Salvatore, agora que você sabe que sonhar acordado é uma atividade
mútua, vamos dormir. Teremos um longo dia amanhã. Você tem que estar
descansada.
—
Por quê? Amanhã não tenho nada pra fazer.
—Tem
sim.
—
O que?
—
Acredito que irá chover amanhã. — na verdade já estava chuviscando. Achei
impressionante que ela não ouvisse as gotas chocando-se contra o chão do lado
de fora porque o som era alto para mim. — Vamos à praia.
—
Hum, parece bom. Praia na chuva. Uhull! É tipo, bem radical, ainda mais sabendo
que a praia fica exatamente aqui na frente. — ela falou sarcástica.
Eu
ri.
Depositei
um beijo carinhoso em seus cabelos e abracei o mais próximo que o nosso corpo
permitia. Deixei a sede infernal me queimar. Ela adormeceu assim nos meus braços.
Milhões de pensamentos rodeavam minha mente naquele instante. Um dia eu mataria
Corin por ter nos imposto aquele destino. Um dia eu teria o prazer de mutilá-lo
e torturá-lo lentamente até que a sua maldita vida se esvaísse completamente.
Naquele
momento eu só tinha uma certeza. Eu provavelmente era o vampiro mais feliz do
mundo e Elena era feita para mim, perfeitamente feita para mim. Minha Elena.
Minha vida. Meu grande, grande amor.
(***)
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
Acessem Esplendor!
Eu estava deitada em minha cama na mesma posição em que havia dormido. Estava de costas para cama, barriga para cima e os lençóis não me cobriam. Onde Damon estava? Apalpei o seu espaço na grande cama de casal. Estava vazio. Eu tinha consciência de tudo ao meu redor e era desesperador não saber se era sonho ou se era real. Sentia minha respiração pesada. Sentia meu corpo, meus braços e pernas, mas não conseguia movê-los. Tinha noção do sol descendo no crepúsculo. Era fim de tarde. Lembrei. Damon estava trabalhando. As cores de fim de tarde invadiam o meu quarto pela minha enorme porta/janela de vidro liso e coloria a parede branca. Eu ouvia o mar lá fora. Vozes. Um novo vizinho passando, talvez? Eu tentei mexer meu corpo, mas não conseguia.
Eu vi - e tinha certeza de ser real -, alguém entrando pela minha janela. Alguns poucos raios de luz ainda invadiam o quarto. Eu não vi o seu rosto, mas percebi que ele brilhava. Sim, tinha certeza, era um sonho. Eu estava vendo um anjo, um anjo de luz e ele se aproximava de mim exalando um cheiro tão doce que me fazia sentir o sabor na ponta da língua. Eu queria enxergar o rosto do anjo, mas não conseguia decifrar suas formas. Era absurdamente lindo e inumanamente perfeito. Senti uma corrente de medo traspassar meu corpo. Mesmo sonhando senti os pêlos do meu corpo eriçarem-se. O anjo se aproximava deliberadamente devagar em minha direção. Tão devagar que pareciam passos ensaiados, como se aquele movimento houvesse sido estudado e treinado repetidas vezes. Eu queria acordar e tocá-lo, mas meu corpo ainda não me obedecia. Quando ele estava perto o suficiente para me tocar a escuridão me tomou e não me lembro de mais nada a não ser a dor excruciante que me queimava como se eu tivesse sido lançada numa fornalha ardente. Eu queria gritar, me debater, fazer algo que fizesse a minha dor ser aliviada, mas após alguns minutos que pareceram longos anos a dor foi cessando aos poucos até que senti meu corpo - mesmo em sonhos – desfalecer.
*****
terça-feira, 26 de junho de 2012
MOntagens
Para minha fanfic
Penumbra - Entre a Luz e a Escuridão
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