Quem bater primeira dobra do mar...
Dá de lá bandeira qualquer...
Aponta pra fé e rema...
É, pode ser que a maré não vire...
Pode ser do vento vir contra o cais...
E se já não sinto teus sinais...
Pode ser da vida acostumar...
Será, MorenO?
Sobre estar só, eu sei... Nos mares por onde andei...
Devagar, Dedicou-se mais...
O acaso a se esconder... E agora o amanhã, cadê?
Doce o mar, perdeu no meu cantar...
Vontade de liberdade... vontade de me prender... vontade de fazer não sei o que!!!
Loucuras, devaneios... pensamentos alheios... a arte me inspira, ou expira minha inspiração...
Estou perdendo a noção... E no dia que eu parar de escrever, criarei um abismo entre eu e você!
Débora Bacellar