domingo, 30 de novembro de 2008

Quem bater primeira dobra do mar...
Dá de lá bandeira qualquer...
Aponta pra fé e rema...

É, pode ser que a maré não vire...
Pode ser do vento vir contra o cais...
E se já não sinto teus sinais...
Pode ser da vida acostumar...

Será, MorenO?
Sobre estar só, eu sei... Nos mares por onde andei...
Devagar, Dedicou-se mais...
O acaso a se esconder... E agora o amanhã, cadê?

Doce o mar, perdeu no meu cantar...


Vontade de liberdade... vontade de me prender... vontade de fazer não sei o que!!!

Loucuras, devaneios... pensamentos alheios... a arte me inspira, ou expira minha inspiração...

Estou perdendo a noção... E no dia que eu parar de escrever, criarei um abismo entre eu e você!


Débora Bacellar

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